Amaral e Melo Advogados celebra 20 anos com nova marca e visão para o futuro do agro

Com uma trajetória consolidada na advocacia especializada em direito aplicado ao agronegócio, o escritório Amaral e Melo Advogados comemora, em 2025, duas décadas de atuação dedicada à defesa do produtor rural brasileiro. Para marcar esse momento histórico, a banca lançou oficialmente sua nova identidade visual, simbolizando uma fase de amadurecimento, reposicionamento e crescimento, sem abrir mão das raízes que sustentam sua atuação jurídica no campo. A nova marca foi revelada em duas etapas. Na sexta-feira (04/07), a equipe interna conheceu, em primeira mão, os novos elementos visuais que passam a representar o escritório. Já na manhã de segunda-feira (07/07), ocorreu o descerramento da nova fachada institucional, ocasião em que o novo logotipo e as cores reformuladas foram exibidos ao público um gesto simbólico que traduz o compromisso com a continuidade e a inovação. Leandro Amaral, sócio-fundador do escritório, ressaltou o significado desse marco: “A nova identidade celebra os 20 anos de trajetória e nos posiciona para os próximos desafios. Mudamos por fora para refletir o que sempre fomos por dentro: sólidos, humanos e comprometidos com quem produz no campo.” A escolha do leão como símbolo da nova marca não foi aleatória. Representando força estratégica, sabedoria jurídica e proteção, o ícone foi inspirado nos arquétipos do Governante, do Sábio e do Cuidador — valores que orientam a postura do escritório diante das complexidades do direito agrário contemporâneo, especialmente nas questões envolvendo endividamento rural, planejamento patrimonial, litígios sucessórios e recuperação judicial de produtores. Sob a ótica do compliance jurídico rural, a reformulação da identidade visual também traduz um posicionamento mais claro frente à crescente profissionalização do setor. As novas cores azul e dourado reforçam atributos como segurança, confiança e excelência, afastando-se do visual anterior (amarelo e preto) e conectando a marca às exigências de sofisticação que permeiam o atual ambiente jurídico-empresarial do agronegócio. Aos olhos do produtor, a nova marca representa mais do que um novo design: ela comunica um propósito de continuidade com renovação, de tradição com modernidade essencial para quem busca assessoria jurídica especializada e estratégica em um setor que movimenta o PIB nacional, mas também enfrenta desafios jurídicos complexos e constantes transformações normativas. A celebração dos 20 anos da Amaral e Melo Advogados é, portanto, mais do que uma homenagem à sua história é um compromisso público com o futuro da advocacia rural no Brasil. Fonte: Rota Jurídica.
Recuperação judicial no agro: nova pesquisa da Serasa registra alta de 45% no 1º trimestre

Os pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro somaram 389 solicitações no primeiro trimestre de 2025, o que representa aumento de 21,5% em relação ao trimestre anterior e de 44,6% ano a ano, conforme dados da Serasa Experian. Do total, 195 se referem a produtores pessoa física, 113 a produtores pessoa jurídica e 81 a demais empresas do setor. A tendência de alta intensifica preocupações jurídicas no que diz respeito à gestão de dívidas e proteção legal da atividade. Prevista no Lei nº 11.101/2005, a recuperação judicial visa preservar a atividade empresarial evitando a falência, mediante planejamento e negociação de dívidas, com proteção de até 180 dias contra execuções judiciais (“stay period”). No agronegócio, a adoção dessa medida ganhou implicações específicas: estende-se a produtores pessoa física desde 2021, frisando a necessidade de avaliação técnica de créditos e garantias rurais. O número crescente de pedidos reflete fatores combinados na esfera econômica e jurídica:• Volatilidade de commodities e retração nos preços, que apertam margens e fragilizam o fluxo de caixa dos produtores.• Elevação das taxas de juros e novas exigências de garantias por instituições financeiras, reduzindo o acesso a crédito.• Dificuldades na rolagem de dívidas, onde credores impõem mais rigidez, aumentando pressões jurídicas sobre a renegociação contratual. Produtores rurais pessoa física lideram, com destaque para arrendatários (72 casos), grandes produtores (53) e médios (32). Já entre os de pessoa jurídica, os setores de soja (59) e bovinos (42) concentram a maioria dos pedidos. Municípios-chave, como Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, seguem em evidência, exigindo atuação jurídica preventiva local. A escalada dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio sinaliza um momento jurídico sensível, em que a correta articulação entre planejamento financeiro, renegociação contratual e assessoria jurídica é essencial para garantir a continuidade das atividades rurais. Para produtores e empresas do setor, o acompanhamento proativo de indicadores de endividamento, a revisão periódica de garantias e o fortalecimento de estratégias jurídicas preventivas podem ser a melhor defesa contra a falência. Juristas especializados em agronegócio devem intensificar orientação sobre alternativas como Fiagro Reorg, mediação extrajudicial e reestruturação antes de optar pelo rito judicial, minimizando riscos e custos processuais desnecessários. Fonte: Agência Brasil.